quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Ó RELVAS... Ó RELVAS...

Afinal já sei para que fizeram isto. 
Foi para homenagear o Relvas, o da licenciatura. 
Sabem quem é? Pois!...

O BLOQUEIO...


Será que alguém pode passar lá mais adiante onde está estacionado o carro preto? Eu tirei esta foto, logo de seguida o automóvel saiu. Mas o que parece é um grande bloqueio em que ninguém pode passar. Só temos de agradecer aos mesmos: Alberto Santos e Paula Teles...

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

MAIS UM TROPEÇÃO...


Foi na passadeira em frente ao antigo Cine-Teatro S. Martinho. Tropecei porque eu estava cego. Eu tenho o dever de me proteger. Tenho de ver onde ponho os pés onde quer que ande nesta cidade. Não reparei que há pedras partidas e ou, enterradas chão dentro. Não vi o buraco que lá estava. Eu ainda não caí na cidade. Já tropecei várias vezes. 
De quem é a culpa de estar tudo a desfazer-se?  Pedras partidas por todo o lado, em passadeiras e pisos surrealistas como aquele que atravessa a EN 15, na Rua do Paço. Esta gente pensa que o volume de tráfego é igual àquele que desliza pelas ruas Direita e do Carmo. Tudo novo e já tudo velho. Eu não entendo, porque já falei aqui disso, porque não se muda aquele tipo de passadeiras e aquele piso no local acima referido. Daqui por uns tempos, não muitos, vai ser bonito lá em baixo junto ao antigo Posto da GNR. Com aquela imensidão de trânsito, aquilo vai rebentar tudo. Estou para ver aquilo que já está mais que visto. Só que quem devia ver, não vê. Por isso tenham cuidado quando circularem a pé pela cidade. O perigo espreita em cada canto, em cada passadeira, em cada passeio, em qualquer lado. 
É a cidade que temos que os vários milhões andam a transformar. Se a gente cair, só temos um remédio: é levantarmo-nos. Só que pode haver gente que não possa fazê-lo...

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

VOU ESCREVER UM ROMANCE...


Um dia destes vou escrever um romance. Agora toda a gente escreve livros. Como tal, chegou a minha vez de dar o corpo ao manifesto. É tudo verdadeiro. Pode no entanto haver algumas deduções por minha parte, que irão redundar em puras ficções, pois não sei como certas situações aconteceram. 
O que eu aqui vou relatar pode ser um tanto confuso. Não será. Se lerem dez vezes, vão ver que percebem toda a trama do meu primeiro romance que vai sair numa destas Páscoas próximas. Então é assim:
Eu tinha uma avó que se chamava Maria Rosa, que em 1907 casou com o meu avô Luís Moreira  e viviam numa destas casas da Rua do Carmo que a foto mostra.  Em 1923, o meu avô com 39 anos foi assassinado à facada pelo dono de uma tasca na Rua de São Bartolomeu, perto do Sameiro. Tasca que ainda hoje existe e faz esquina com a Rua Zeferino de Oliveira. 
Segundo jornais da época, houve julgamento e condenação. O assassino foi condenado a pagar 5 tostões por dia durante dois anos e ficou na prisão durante um determinado tempo. A sentença foi mal recebida pela população. As pessoas que encheram o tribunal queriam que o tasqueiro tivesse um pena mais pesada, pois parece que o meu avô era uma pessoas de bom trato, pelo menos o jornal dizia assim. Fez este mês 90 anos que isto aconteceu. O que eu acho é que antigamente as pessoas não tinham onde passar o tempo depois de um dia de trabalho e andavam sempre metidas nas tascas a beber uns copos. E se calhar no meio de uma conversa mais azeda, as coisas precipitaram-se e zás. A certidão de óbito diz que Luís Moreira faleceu vítima de hemorragia fulminante. A minha avó que era doméstica ficou viúva com cinco filhos pequenos. Devia ter sido difícil os tempos que se seguiram. Nunca mais casou. Esta minha avó paterna não foi suficientemente esperta para arranjar outro homem para pelo menos ajudar na despesa de casa com aquela filharada toda. Já a minha avó materna Leopoldina, que também ficou sem o marido bastante cedo, passados cinco anos da morte dele, casou outra vez e foi a sorte de todos que teve quem ajudasse no sustento de casa. Esta minha avó também tinha cinco ou seis filhos.  
Voltando ao princípio desta história, vamos ser surpreendidos com um caso de amor, entre aquela senhora que veio a ser a minha avó Maria Rosa da Rua do Carmo e um sujeito que se chamava Vitorino que nasceu em Penafiel, mas cuja família veio da freguesia de Vale Forninho, concelho de  Figueira de Castelo Rodrigo, distrito da Guarda. Em 1904 tiveram uma filha que veio a ser minha tia, só pela parte da minha avó, ou seja, ela era irmã do meu pai só pela parte da sua mãe (a minha avó Rosa). Essa minha tia, Agostinha era costureira e vivia onde hoje está situada uma tasca chamada "O Canecão" na Rua Direita, casou com Domingos de Sousa que foi empregado no Café da Sociedade. (há uma foto antiga no face book do Café da Sociedade e vê-se uma pessoa vestida de branco encostada à porta.  Esse senhor era meu tio e pai do meu primo Zequinha da Farmácia). O tal Vitorino que fez uma filha à minha avó antes desta casar com o meu avô Luís Moreira, era de família directa de um sujeito que foi presidente da Câmara Municipal de Penafiel durante um ano (14/03/1979 - 10/01/1980), chamado Alexandre Herculano Aires Gomes. Creio que veio substituir o Dr. Mário Castro e Sousa, que venceu as primeiras eleições autárquicas em 1977.    
Este resumo para ficar completo, terei de acrescentar, que na certidão de nascimento da minha avó Rosa, vem descrito o casamento com Luís Moreira em 1907 e não vem assinalado que a minha avó tenha sido casada com o tal Vitorino. Está visto que a minha avó teve uma filha solteira. Não sei como isto aconteceu. Ela na altura tinha vinte anos. Se calhar aqui houve um amor assolapado entre ela e o Vitorino que, reparem ainda nisto, era tio de Alice Gomes ainda viva, e proprietária do Café Sociedade.  Claro que gostava de saber como isto aconteceu. 
Resumindo e concluindo: A minha avó quando casou com o meu avô, já tinha uma filha de três anos que se chamava Agostinha e era costureira e nunca se sabe se o motivo da morte do meu avô Luís Moreira à facada, não teria sido uma discussão em que veio à baila um eventual "mau comportamento" da minha avó por ter tido uma filha antes de casar. Isto são meras especulações da minha parte. O pior é que já cá não está cá ninguém que me esclareça este episódio trágico-romântico. A dona Alice Gomes do Café da Sociedade não sabe ou não se lembra nada disto. E o que sei, advém de pesquisas feitas a partir de certidões para construir a minha árvore genealógica.

Já agora devo dizer que no sábado ao fim de mais de um ano de pesquisas, fiquei a saber a filiação de uma trisavó com o sobre nome Rangel. De facto tenho um tetravô chamado José da Silva Rangel, um rico proprietário de Paredes. E assim vou sabendo quem sou...

domingo, 27 de janeiro de 2013

OS PORMENORES TAMBÉM SÃO GENTE...


Eis um verdadeiro banco de jardim...

OS PORMENORES TAMBÉM SÃO GENTE...


Isto aqui é atrás da câmara. Não está mau. Notam-se duas coisas: a obcessão pela pedra para construir bancos para as pessoas de sentarem. Depois ficou melhor que antes, porque lhe retiraram os três monos do lixo. Mas imaginem se ali colocassem dois os três bancos de madeira vermelhos. Ficava aqui um recanto espectacular. Assim, ficou razoável, apenas. Pedia-se mais e melhor...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

OS BANCOS DE JARDIM...




Na minha opinião os bancos de jardim da foto de cima são mais cómodos e mais apropriados para o local onde estão inseridos. Quem desenhou e concebeu estes modelos, não é culpado deste mobiliário urbano. Quem assinou a sua aquisição não pára lá para o que quer que seja. Os bancos de cima até convidam a uma boa soneca, os de baixo devem ser filhos do BPN: falta-lhes tudo...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

RAMPA DAS FREIRAS...

Clicar para ver melhor este pandemónio...

Nem precisei de estar aqui muito tempo à espera, para se juntarem estes carros todos a subir a rampa das freiras. Menos de cinco minutos bastaram para retratar este lindo serviço que aqui fizeram. Diga, Sr. presidente da Câmara, diga senhora vereadora da mobilidade, alguma coisa sobre este quadro surrealista que está à vista de toda a gente no centro de Penafiel. 
Ah bom, vocês gostam de Salvador Dali. Está bem, está tudo explicado...

ANA DRAGO...


Este vídeo já tem mais de um ano, mas não eu o tinha visto e como ela fala de pessoas que começaram a trabalhar com dez e onze anos, como foi o meu caso, e hoje recebem de pensão rendimentos abaixo do ordenado mínimo nacional, achei por bem que ela fale por nós, as crianças e adolescentes de ontem que trabalharam para hoje terem aquilo que (não) tem. Meus amigos, eis Ana Drago, porque ainda há pessoas que fazem da política uma actividade nobre...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

PENAFIEL EM PINTURA...

Travessa da Matriz. Clicar para ampliar...

Tinha esta aguarela no meio de umas tantas que estão "esquecidas" há cinco ou seis anos. Tenho perto de vinte começadas e outras nem isso como é o caso do desenho de baixo em que apenas é o esqueleto de uma futura pintura. A propósito sabem onde é que fica estes esboço a lápis. É isso... é na escadaria que dava acesso à antiga Praça Municipal. Como o estilo destas pinturas é o pontilhismo, deve demorar um pouco até ficar pronto mas logo que esteja, eu partilho com quem aqui vier. E quem vier que venha por bem como dizia o Zeca...



Ao fundo é a igreja das freiras. 
Este desenho partiu de uma foto do Antony...

ESCAPATÓRIAS...


A principal artéria da cidade de Penafiel, que compreende a Praça Municipal, a Avenida Sacadura Cabral e Egas Moniz perdeu três escapatórias para o trânsito. Três saídas muito importantes para se necessário qualquer automobilista poder fugir de um eventual engarrafamento na cidade. Porquê? Isso gostava eu de saber. Mais,  nesses três pontos de fuga, com a regeneração urbana, ficou tudo mais complicado e mais capaz de aumentar as quantidades de CO2 lançadas para a atmosfera, na medida em que é mais difícil subir que descer. Estou a falar concretamente na Travessa do Município, na rampa das Freiras e junto ao parque infantil e Palácio da Justiça. Se nem sequer foram obras bem executadas, muito menos foram projectadas. O que dói mais nisto é que está mesmo à vista de olhos que não devia ser assim. Mas está assim porque Alberto Santos quer que assim esteja. Mas pode acreditar, Sr. Presidente, o Sr. está errado, completamente errado. E não me venham dizer que Alberto Santos está mal acompanhado de técnicos e engenheiros. Eles já tinham dados sinais da sua incompetência, ou pelos menos da falta de sensibilidade para que Penafiel se tornasse numa cidade mais acessível, mais fácil.  Só mais uma coisa: ao virar os táxis ao contrário não estão a intoxicar também um pouco mais a igreja da Misericórdia? 
O Dr. André Ferreira algum dia viu ou pensou nisto? Tenho as minhas dúvidas. Por isso é que também tenho muitas dúvidas que a "Loja do Mestre André" seja inaugurada no fim do ano. Ó Dr. André, deixe lá o face book e as frases feitas e venha aqui dizer o que pensa destas pequenas coisas...

CINCO MIL...

MAIS DE CINCO MIL VISITAS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS. NÃO É MAU. OBRIGADO A TODOS. UM ABRAÇO DO BEÇA MOREIRA, QUE APENAS DIZ COISAS, PARA CHEGAREM AOS CORAÇÕES DOS MELHORES PENAFIDELENSES. INFELIZMENTE HÁ CORAÇÕES EMPEDERNIDOS QUE SÃO IMUNES... QUE A ESSES NADA CHEGA...

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

RUAS DA CIDADE...


Quando me sinto colhido pelas ruas da cidade, procuro curar as minhas feridas com um pedaço de música. Daquela música que cicatriza em profundidade, de baixo para cima, até aos poros por onde respiramos. Procurei e achei Charles Aznavour para me refazer das mazelas que trago comigo sempre que passo pela cidade de Penafiel, afinal a minha cidade, que parece não ser de toda a gente, tal o castigo que lhe infligiram ultimamente...  

domingo, 20 de janeiro de 2013

ANTIGO MAGISTÉRIO...

PENAFIDELENSES, PARA ALÉM DE SER UM MAMARRACHO, JÁ SABEM (PASSADOS QUE ESTÃO JÁ ALGUNS ANOS) O QUE É AQUILO QUE ESTÁ NO ANTIGO MAGISTÉRIO PRIMÁRIO?... 

O RECREATÓRIO...

FAZ ALGUM SENTIDO ANDAREM A "ALCATIFAR" AS RUAS DIREITA E DO CARMO E NÃO SE TEREM LEMBRADO DE RECUPERAR UMA RELÍQUIA DO SÉCULO XIX, CHAMADA RECREATÓRIO? TENHO A CERTEZA QUE NEM ALBERTO SANTOS, NEM PAULA TELES SABEM ONDE ESSA "COISA" FICA...

SALA DE ESPECTÁCULOS...

PENAFIDELENSES, JÁ SE ESQUECERAM QUE A NOSSA TERRA NÃO TEM UMA SALA DE ESPECTÁCULOS HÁ 25 ANOS?
MAS VAMOS TER UM NOVO PORTO DE ABRIGO ALI PARA OS LADOS DO JARDIM DO CALVÁRIO. POR ISSO VIVA PENAFIEL...

O MEU PATO DE SOUSA...


Ontem foi sábado. Hoje é domingo e vou aqui contar-lhes o meu dia de ontem, desde que saí no meu "vintage", porque o dia não estava para andorias a pé. Saí da rua de Crasto e entrei na rua Pedro Guedes em direcção ao fontanário para encher uns garrafões de água, porque dizem que é boa. Porque o vento era forte o meu chapéu voou da minha cabeça para uns metros mais adiante. Nem reparei nos boeiros todos entupidos junto a este fontanário do Bairro do Bispo. Água por todo o lado, até para os pés. Aqui se vê se temos ou não temos Junta de Freguesia. Depois fui estrada acima, para a cidade e parei o carro junto àquela coisa que estão a fazer onde era o antigo quiosque. Fui buscar o jornal. Tirei umas fotos ao belo Largo da Misericórdia e arranquei de novo. Virei à direita antes da câmara municipal e depois à esquerda para a Rua Faião Soares, dei uma apitadela ao meu amigo Afonso Leal, entrei na rua do Bom Retiro e parei junto à funerária em frente da padaria que ainda se chama "Atrás da Praça" e fui comprar pão. Sim, porque casa sem pão... Depois continuei e meti pela rua de Relógio do Sol abaixo até à Engenheiro Matos. Pretendia virar à direita, para ir ao intermarché, mas vi muito trânsito por causa daquele piso que estão a colocar junto ao antigo posto da guarda e ála que se faz tarde e pirei-me para a esquerda pela Engenheiro Matos para ir para a cidade. No Paiol, virei para o Campo da Feira, mas depois reparei que era dia de feira e o Beça teve que fazer inversão de marcha e voltar à Engenheiro Matos à procura da rotunda do Faria. Precisava de batatas, então pensei: já que estou aqui, vou ali que são mais baratas. Virei para a Rua da Saudade. Mas debalde, não havia lugar para estacionar. Entrei na primeira entrada da Vila Gualdina e fui dar de novo com a Engenheiro Matos e de novo a rotunda do Faria. E lá fui em direcção ao centro da cidade. Começou aí o teste à minha paciência. Mais de meia hora depois, estava eu passar em frente à câmara municipal. É um regalo circular pela cidade a um sábado à tarde. Ainda gostava de saber porque diminuíram as  saídas de trânsito na cidade. Eu bem queria sair daquele filme engarrafado. Mas não pude, porque os inteligentes desta terra não querem. E assim lá fui em direcção à rua Pedro Guedes. Meti gasolina, na estação que me apareceu pelo caminho, porque gastei toda as minhas reservas no pára e arranca da atrofiada cidade e cheguei ao intermarché. Passei pelo presidente da Adiscrep. Eu não o vi nem ele me viu. Acho muito bem as pessoas conhecerem-se logo à distância. Fiz as compras que necessitava. Eu queria  um tubo de cola e uma folha de papel. Trouxe perú, trouxe frango, trouxe batatas, cenouras e a folha de papel ficou lá porque não dei com ela. Aquele lugar também não era uma papelaria, ora que porra. E fui embora. Contornei a rotunda de Louredo, entrei na Pedro Guedes e quase fui abalroado por uma "bomba" muito vistosa  e apressada que me queria ultrapassar a todo o custo. Deu-me sinal de luzes, mas como era de dia não achei piada nenhuma a semelhante iluminação e encostei o meu "vintage" todo à esquerda, até porque uns metros mais acima eu ia virar à esquerda para a minha rua de Crasto. O gajo não teve mais, ultrapassou-me a todo gás pela direita deu-me duas gaitadelas e eu fiz-lhe  aquele sinal muito característico dos portugueses, afinal de contas nós temos dedos nas mãos e são para alguma coisa, não é? Cheguei a casa e não tinha o meu Pato de Sousa à minha espera como sempre fazia quando chegava. Não tenho o meu pato. Roubaram-mo há dias. Fiquei sem ele e ele ficou sem mim. Mas quem mo roubou havia de morrer engasgado, porque quem mo roubou foi para comer. Era uma pato de estimação que me doeu muito ficar sem ele. Andava sempre atrás de mim, ora a voar, ora a andar engraçadamente tipo pinguim. Era de facto uma maravilha e agora fiquei sem ela. Tinha a minha gata branca à minha espera e ela perguntou-me se trazia comida para ela. Sentei-me ao computador para escrever um texto para o "Notícias", mas não saiu nada de jeito. Queria falar da nova arquitectura, mas a minha disposição não estava para aí virada... 

sábado, 19 de janeiro de 2013

INVERNO DE VIVALDI...


Bom antes de me ir deitar, aqui vos deixo só um cheirinho do "Inverno" de António Vivaldi. Porque afinal há mais vida para além da degeneração urbana, dos políticos de Penafiel e das suas safadezas...

UPS...

Já repararam que Penafiel não tem um Mercado Municipal ou uma Praça do Mercado digna desse nome? Nem para ir comprar limões. Ah, mas vamos ter um graaaaaannnnnde ceeeeennnntro escolaaaaaar!

DASSSSSSSSS....


Como é? Andaram a destruir passeios aqui defronte à Igreja da Misericórdia, e agora colocaram este pedregulhos? Para quê? É neste pequenos apontamentos que se vêm as grandezas estapafúrdias que transpiram das cabeças de quem manda nesta cidade. Dasssssssss...

PÔR FIM AO DESASTRE...



O único comentário que isto merece, está escrito no cartaz lá ao fundo, ou na foto de baixo... 

O COMÍCIO DAS JANEIRAS...



A propósito do espectáculo "Cantar as Janeiras" que decorreu no domingo passado no Pavilhão da Agrival, o Dr. Antonino de Sousa no seu últimos artigo de opinião no jornal "Verdadeiro Olhar", disse a linhas tantas que:
"Ao longo de mais de 5 horas, muitas centenas de penafidelenses aplaudiram, de forma entusiasmada, as cantigas típicas das janeiras e os vivas que, simpaticamente, iam sendo dirigidos ao Presidente e à Vereação."
 Portanto este executivo pode virar Penafiel de pernas para o ar que há muita gente que ainda o aplaude entusiasticamente. Nunca duvidei que cada espectáculo promovido pela nossa querida Câmara que se tratasse sempre de um comício político, abrilhantado por uma cantilenas...

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

REGENERAÇÃO URBANA...


Vamos pegar de novo na regeneração urbana. Eu disse na mensagem anterior que Alberto Santos não tem a mínima noção do que é regenerar uma cidade. Afirmei e reafirmo. Dez milhões é muita nota. E só gostava de saber quem foram os inteligentes do QREN, que mandaram esse dinheiro para Penafiel para fazer estas felestrias na cidade. Eles tinham de saber onde esse dinheiro ia ser aplicado. Porque o dinheiro só é atribuído mediante a apresentação de um projecto. E que projectos foram esses? Serão estes que estão a ser implementados? Faz algum sentido atribuir dinheiro a rodos para despedaçar o Jardim do Sameiro e fazer lá umas coisas folclóricas. Atribuir dinheiro para virar do avesso o adro da Igreja da Misericórdia, quando aquilo estava bem. Atribuir dinheiro para fazer um quiosque, quando já tínhamos um razoável. Atribuir dinheiro para se construir um Posto de Turismo, quando temos um muitíssimo bom. Atribuir dinheiro para desfazer os passeios da cidade. Atribuir dinheiro para fazer pontes ridículas. Atribuir dinheiro para fazer o que vão fazer no Jardim no Calvário. De certeza que não foi o QREN. Foi uma entidade qualquer que nem sequer quis saber para onde ia o dinheiro. 
Atribuiu-se dinheiro e não foi para fazer aquilo que era mais importante e mais urgente: recuperar o património habitacional. Isso não se fez e era isso que se devia fazer, para além de todo um trabalho que tem a ver com as infra-estruturas do sub solo. 
De todo, esta não é uma regeneração. Isto é uma festa. O que está acontecer em Penafiel, é a melhor imagem de um executivo que só gosta de dar nas vistas. Sabemos que todas as cidades precisam, de vez em quando de uma olhadela mais atenta e torná-la mais agradável e acessível, mais inclusiva como gostam tanto de dizer, mais de acordo com os tempos que correm,  mas atractiva, isso não. 
Só lamento que o candidato socialista à Câmara e o PS de Penafiel não tenham tido a coragem de  interpor uma providência cautelar, para evitar uma catástrofe destas que desabou sobre Penafiel. O que acontece é que André Ferreira também não é de Penafiel. É da mesma terra de Alberto Santos. Está tudo dito...  

OLHOS NOS OLHOS...


Deixem-me ser um pouco vaidoso. Só um pouquinho. Um dia destes fui a vários locais da cidade. Fui ao talho, fui à farmácia, foi aos Correios, fui à loja do cidadão, fui à padaria, estive no Café Sociedade. Em todos este locais (na rua também) houve sempre alguém que  me disse que gostou do que eu escrevi no passado sábado no Jornal de Notícias, sobre a regeneração urbana de Penafiel. Todos estavam de acordo com o que eu disse no jornal. Eu não estou a falar de pessoas minhas amigas. Essa gente nunca privou comigo, nunca em tempo algum, exceptuando o Zéquinha da Farmácia que é meu primo e é militante do PSD desde o 25 de Abril.
Isto para dizer o quê? Para dizer que nem toda a gente está com esta aberração que se abateu sobre Penafiel. Alberto Santos não tem a mínima noção do que é uma regeneração de uma cidade. As obras falam por si.  Ele faz jus àqueles cartazes eleitorais em que diziam "OLHOS NOS OLHOS" que "A MUDANÇA TEM UM ROSTO". Só que a mudança... mais valia estar quieto. Ninguém me tira da cabeça que Alberto Santos neste doze anos que já leva desde que o poder lhe caiu nas mãos, prejudicou Penafiel em larga escala. Embora eu reconheça que Penafiel está melhor que nos anos vinte ou trinta...

MAIS UMA ESTAÇÃO...


Isto não vai ser mais uma tontice da regeneração urbana?  Não, claro que não. Vai ser uma Estação de Mobilidade (esta gente anda obcecada, anda doente com o raio da mobilidade) no jardim do Calvário. Cada cavadela cada minhoca!
De repente, lembraram-se que em Penafiel ninguém anda a pé. São todos pernetas, coxos e portadores de uma qualquer deficiência física...

Estas fotos não foram retiradas de nenhum blogue

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O QUADRO...

O meu quadro de referência é este que está abaixo estas linhas: "Paisagem de Colheita" de Van Gogh. O quadro de referência do Sr. Presidente da Câmara de Penafiel é o QREN: Quadro de Referência Estratégica Nacional, isto é, venha o dinheirinho para pôr Penafiel em pantanas. É de facto um belo quadro, este o preferido de Alberto Santos. Cada um tem o gosto que tem. Mas uma coisa é certa, a exposição que este executivo está a preparar é francamente negativa. Não lhe reconheço a corrente pictórica. Não lhe conheço o estilo. Os traços que já estão à vista deixam antever um fracasso rotundo, um fiasco de todo o tamanho. Mas como os gostos, quem os tem que os guarde, há sempre quem aprecie. Quanto mais não seja aqueles para quem a estética é um copo de vinho...

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

AS PALMEIRAS...


Em homenagem às palmeiras que foi um ar que se lhes deu no Sameiro em Penafiel, aqui fica uma canção que, embora um pouco alegre, serve para corporizar um sentimento de amargura que vai na alma dos autênticos penafidelenses. Este cantor também se chama Alberto, mas é um Alberto muito melhor que um outro que eu conheço há um bom par de anos e que é uma grande desilusão 
para a nossa terra... 

domingo, 13 de janeiro de 2013

LUZES DA CIDADE...


Aqui fica o grande filme de Charlie Chaplin para ver antes 
do Benfica-Porto de logo à noite...

A COISA TORTA...


Há mais de um mês que este candeeiro está inclinado. Esta Câmara Municipal sempre tão lampeira em mudar as coisas que lhe parecem estar mal, ainda não teve tempo, para pôr esta coisa coisa direita? Mas como neste largo, tudo ficou mal, também o candeeiro pode ficar assim como está. Tem a ver o cu com as calças. Não tem? 

sábado, 12 de janeiro de 2013

RASGÃO URBANO PENAFIDELENSE



Gostaria de enviar uma mensagem à diáspora penafidelense, concretamente àquela que já não vem à sua terra natal há algum tempo e não sabe o que está a acontecer ao local onde viu o sol pela primeira vez. Penafiel está a ser assolado por uma onda destruição que jamais pensei que viesse a acontecer. Não sou arquitecto paisagista. Não sou arquitecto de coisa nenhuma. Arrumo as ideias e arquitecto as minhas opiniões consoante a minha sensiblidade que se manifesta sempre que se rasga uma ou outra página da história da minha terra. E já se rasgaram muitas. A pretexto de uma maior mobilidade, desabou sobre Penafiel, não uma necessária e justa regeneração, mas uma degeneração urbana que leva tudo à frente dela.  Se destrói passeios e jardins, ruas, largos e avenidas, também  constrói  quiosques, rotundas e pontes que só o mais cego político partidário aplaude. Querem transformar uma  cidade antiga numa coisa moderna. Ponham os olhos na foto que acompanha este texto e vejam o grau de confusão  que vai por algumas cabeças que mandam na minha terra. A pretexto de tornar Penafiel uma cidade mais inclusiva,  construiu-se um passadiço no centro da cidade, que é o maior atentado à paisagem que alguém pode imaginar. Isto quando havia várias alternativas para tornar a vida mais fácil às pessoas com dificuldade em se movimentar. Penafiel está a sofrer na pele as agruras de uma festiva, pomposa e cara (10 milhões) regeneração, que se tornou no maior disparate urbanístico, desde que se tornou cidade,  isto é, desde os tempos do Marquês de Pombal.

Texto publicado hoje no JN
Aqui na íntegra

CAPRICHOS DE RICO...

O Sameiro estava assim há dias...







Daqui por uns meses vai ficar assim...


Faz lembrar aquele indivíduo que foi comprar um Mercedes preto topo de gama. Mas quando chegou a casa olhou para o carro, pensou, pensou, pensou e voltou ao stand. Não queria aquele. Queria um Lamborghini Aventador amarelo e vermelho com a cara do Cristiano Ronaldo lá chapada. 
Enfim... caprichos de rico...

"FESTA" NO LAGO...









sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

OBRAS LUNÁTICAS...

Depois das obras no Sameiro, isto vai ficar assim. 


Até vamos ter uma Praça Escritaria. 
Querem melhor? Nem no Continente...

Foto retirada do jornal "Notícias de Penafiel

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

COMER MAL E BEBER BEM



Confesso que não tenho nenhuma simpatia por este governo. Mas reconheço que de vez em quando tem laivos de bom senso. Refiro-me por exemplo, às recentes declarações do Secretário de Estado da Saúde para que os portugueses previnam doenças.
Tem razão Fernando Leal da Costa. De facto, a maioria de nós portugueses, come mal e bebe bem.   Se todos fizermos um pouco por nós próprios, é tudo mais fácil, mais barato e mais saudável.  Mas para isso o governo tem que virar as suas atenções para os que “vendem” as doenças como é a publicidade com que todos os dias somos bombardeados pelos meios de comunicação social. Há marcas de comidas e bebidas que estão espalhadas por todo o mundo a infectar de doenças toda uma população sedenta de gostos e sabores. Todos sabemos de que estamos a falar. Depois vêm os festivais gastronómicos regionais de que todos nos vanglorizamos e que são de chorar por mais. É a tradicional matança do porco, é a festa da “francesinha”, do leitão, dos enchidos, da doçaria e  não sei quantos mais concursos de comes bebes que são mesmo de caixão à cova. Em relação ao álcool, basta olhar para as movidas nocturnas nas cidades, onde a juventude bebe até  à chegada das ambulâncias do INEM. Comer e beber à fartazana é o nosso passatempo preferido. Depois andamos à procura de quem nos trate da saúde.

Texto publicado no JN de 04/01/13
Foto retirada do jornal "Notícias de Penafiel"

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

ALBERTO SANTOS...


De facto nunca pensei que a regeneração urbana de Penafiel, atingisse este grau de destruição a que estamos a assistir. Dizem alguns lacaios do PSD/CDS, que isto ainda vai ficar melhor do que antes, e que só são contra, alguns velhos do restelo, que não querem que nada mude.
Pois é, eu digo que quem fala assim, não fala por si próprio. Fala através de quem manda nesta terra. E quem manda nesta terra está mais que provado que não sabe  mandar e muito menos sabe o que está a fazer.
Alberto Santos não foi mandatado para fazer o que está a fazer na cidade. Apesar de ter sido eleito democraticamente, ele não tem o direito de vir de Paço de Sousa e deitar abaixo aqui, ali e acolá, como se esta cidade fosse uma quinta dele. Eu sou um cidadão comum e nunca perdoarei ao actual presidente da Câmara esta brincadeira de adolescentes que se instalou em Penafiel. 
Vou mexer um pouco nas palavras de Mário Magalhães: Alberto Santos vai acabar o seu reinado sem a mínima dignidade. Eu lamento pela minha cidade que não é a dele. Ele está-se a marimbar para ela e para as pessoas que pensam como eu penso...

TERRA DE CEGOS...


Há minutos recebi um telefonema, e do lado de lá dos fios, perguntaram-me em jeito de boa tarde: "você ainda não mandou prender esses... (não digo a palavra que é demasiado forte) que estão a dar cabo do Sameiro?"  Eu respondi: "ó meu caro amigo,  pela minha parte eles já estavam presos há muito". Depois essa pessoa informou-me que na semana passada uma catrefada de gente de Penafiel foi a Lisboa ao patético concurso da RTP "O Preço Certo". Eu não vi. Mas parece e segundo palavras desse amigo, até o Dr. Antonino de Sousa esteve presente e que levaram muitas "lembranças" da nossa terra para os fulanos do concurso. Quer dizer: foi mais uma passeata à custa dos otários desta terra. É bem feito para quem votou nesta gente e se prepara nela continuar a votar. Terra de cegos, esta, a minha por sinal...

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

VÍTOR GASPAR



CONVÉM RELEMBRAR ...EU TAMBÉM NÃO SABIA QUE ERA O MESMO


Assunto: Victor Gaspar


Com tanta versão de Excel e ainda não acertou …

Ano de 1993: com a economia portuguesa a ruir, um alucinado Braga de Macedo, então ministro das Finanças, foi à Assembleia da República gritar a plenos pulmões que o país era um “oásis”.
Este sketch parlamentar resistiu à passagem do tempo.
Quem não resistiu foi Braga de Macedo: após um breve compasso de espera, Cavaco "calçou-lhe uns patins".

Quem era o homem que, em 1992, fez as previsões para Braga de Macedo?
Um tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, que chefiava o Gabinete de Estudos do Ministério das Finanças.
Onde falhou ele nas previsões?
Falhou em tudo — na evolução da economia e na arrecadação das receitas fiscais.
Veja-se:

• Gaspar previu um crescimento do PIB de 2% em 1993, mas a economia acabou por recuar 0,7%, ou seja, o pretenso “oásis” que Braga de Macedo anunciava, acabou numa recessão; 
o Orçamento do Estado para 1993 previa um encaixe à volta de 3.340 milhões de contos (16.660 milhões de euros) com as receitas correntes, mas houve necessidade de fazer um orçamento rectificativo que já estimava menos 364,7 milhões de contos (1,8 milhões de euros), porque a
receita fiscal teve um desempenho bem pior do que “se” estava à espera.

Vinte anos depois, o tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, que levou Braga de Macedo a estatelar-se contra a parede em 1993, não vos lembra ninguém?

JÁ NEM ME LEMBRAVA !!

Mas olha que é o mesmo que estás a pensar !!


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